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Maceió tem um dos maiores aumentos na cesta básica entre capitais

Aumento foi de 2,12% na capital alagoana; cidade também tem maior elevação acumulada entre janeiro e outubro

Assim como em outras 12 capitais brasileiras, o custo da cesta básica subiu também em Maceió em outubro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O aumento foi de 2,12% por aqui, o quarto maior entre as cidades pesquisadas.

As maiores altas ocorreram em Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%). Em 14 capitais, porém, os valores caíram e as baixas mais expressivas foram em Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%).

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Entre janeiro e outubro, todas as cidades acumularam alta. Maceió teve a elevação mais expressiva entre todas elas, com 24,25%, e foi seguida por Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%). Os menores aumentos ocorreram em Brasília (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macapá (10,99%).

Porto Alegre foi a capital que registrou o maior custo para a cesta básica (R$ 478,07), seguida de Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66).

Salário necessário

Em outubro, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.016,27, ou 4,56 vezes o mínimo de R$ 880,00. Em setembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 4.013,08, o que também foi equivalente a 4,56 vezes o piso vigente.

O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 103 horas e 49 minutos. Em setembro, a jornada necessária foi calculada em 103 horas e 31 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em outubro, 51,29% para adquirir os mesmos produtos que, em setembro, demandavam 51,15%.

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