
As investigações da Polícia Federal (PF) sobre as fraudes de integrantes da cúpula do Grupo Americanas apontaram que o grupo de executivos atuou como uma organização criminosa. A tipificação penal é a mesma de facções, como PCC e Comando Vermelho.
A apuração começou buscando indícios de uma possível associação criminosa, crime bem menos grave, mas encontrou provas de que os envolvidos utilizavam a estrutura para cometer crimes que iam muito além do âmbito empresarial.
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“Há de se realizar a distinção entre atividade empresarial ilícita e organização criminosa: no presente caso, não se trata meramente de crimes praticados no âmbito empresarial, mas de uma verdadeira organização criminosa que utilizava a estrutura empresarial como fachada para suas atividades ilícitas”, diz trecho do relatório da PF.
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