Imagem
Menu lateral
Imagem
Gazeta >
Imagem
GZT 94.1 | Maceió
Assistir
Ouvir
GZT 101.1 | Arapiraca
Ouvir
GZT 101.3 | Pão de Açúcar
Ouvir
MIX 98.3 | Maceió
Ouvir
GZT CLASSIC | Rádio Web
Assistir
Ouvir
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
GZT 94.1
Assistir
Ouvir
GZT 101.1
Ouvir
GZT 101.3
Ouvir
MIX 98.3
Ouvir
GZT CLASSIC
Assistir
Ouvir
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Médico do papa Francisco diz que ele chegou perto da morte: 'milagre'

Sergio Alfieri revelou que o estado de saúde do pontífice de 88 anos ficou crítico em dois momentos


			
				Médico do papa Francisco diz que ele chegou perto da morte: 'milagre'
Sergio Alfieri, ao microfone, durante coletiva para falar sobre o estado do papa. Guglielmo Mangiapane/Reuters

O Papa Francisco chegou tão perto da morte em um momento de sua luta no hospital contra uma pneumonia que seus médicos consideraram encerrar o tratamento para que o pontífice de 88 anos pudesse morrer em paz, revelou o chefe da equipe médica do papa, em entrevista ao jornal italiano "Corriere Della Serra", nesta terça-feira (25).

Sergio Alfieri, que esteve ao lado do papa pelos 38 dias de internação até a alta neste domingo (23), contou que o momento mais crítico ocorreu no dia 28 de fevereiro, quando Francisco teve uma grande piora em seu estado de saúde.

Leia também

"Foi o pior momento. Pela primeira vez vi lágrimas nos olhos de algumas pessoas ao seu redor. Pessoas que, percebi durante esse período de internação, o amam sinceramente, como um pai. Estávamos todos cientes de que a situação havia piorado ainda mais e que havia um risco real de que ele não sobrevivesse", relembrou.

Segundo Alfieri, o pontífice, que estava consciente todo tempo, sabia que estava mal e falou: "Está ruim".

"Mesmo quando sua condição piorou, ele estava totalmente consciente. Aquela noite foi terrível. Ele sabia, assim como nós, que talvez não sobrevivesse àquela noite. Vimos que estava sofrendo. Mas desde o primeiro dia ele nos pediu para lhe contar a verdade. Nunca nada foi modificado ou omitido", afirmou.

Na ocasião, disse o médico, foi Massimiliano Strappetti, assistente pessoal que o pontífice deixou responsável por todas as decisões sobre sua saúde, que decidiu tentar de tudo para salvá-lo apesar do risco de novas complicações:

"Tivemos que escolher entre parar e deixá-lo ir, ou forçá-lo e tentar todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo o risco muito alto de danificar outros órgãos. E no final nós tomamos esse caminho. Massimiliano Strappetti disse: 'Tente de tudo, não desista'. Foi o que todos nós pensamos também. E ninguém desistiu".

De acordo com Alfieri, houve um segundo momento em que Francisco correu grande risco, quando o papa broncoaspirou enquanto se alimentava.

"Foi o segundo momento realmente crítico (...). Posso dizer que duas vezes a situação foi perdida e então aconteceu como um milagre", comemorou.

O médico, que agora está de volta às suas obrigações no Hospital Gemelli, acredita que as orações recebidas pelo pontífice e também seu bom humor foram os responsáveis pela recuperação:

"Ele costuma dizer: 'Ainda estou vivo' e, imediatamente, acrescenta: 'Não se esqueça de viver e manter o bom humor'. Ele tem um corpo cansado, mas a mente é a de um homem de 50 anos".

App Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas

X